

Por um dia, não estilhaçar o silêncio contra punhos de vaidade nem ondas de ego arrasando castelos de areia. Ser nada mais que veia latejando por cura que não chega. Pele desejando mãos que afagam. Mãos inexistentes. Voar sobre papéis e guiões de personagens ausentes. Ampliar o esquecimento a cada cerrar de pálpebra dorida de ver. Perdoem, não sei que faça além de cegar. Não neste lado do mundo. Onde mesmo o amor odeia. E nem navios flutuam porque são feitos de tempestades.
noctuidea

As tuas cores são mais fortes.
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